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Hello, my people! Agosto de 2026 teve um daqueles momentos que eu gosto de guardar com carinho: fizemos uma viagem para Fortaleza que conseguiu reunir duas coisas que, para mim, fazem muito sentido, conhecimento e momentos bons fora da rotina. Passamos alguns dias em Fortaleza, com passeios, comida boa, momentos ao lado de quem eu amo e o motivo profissional que também me levou até lá: o Congresso de Feridas e Lesões de Pele. Eu nunca tinha ido a CE, foi uma viagem que a mala voltou um pouco mais pesada e a cabeça volta muito mais cheia também.
Viajar sempre tem aquele gostinho especial de sair um pouco do automático. Ainda mais quando a rotina está cheia de trabalho, estudos, responsabilidades e mil coisas acontecendo ao mesmo tempo. Fortaleza nos recebeu em agosto com aquele clima que combina perfeitamente com uma viagem: calor, praia, céu bonito e tive a sensação de que alguns dias longe da rotina me fizeram muito bem.
E, apesar de o congresso ser uma parte importante da viagem, não queríamos passar os dias apenas entre auditórios e palestras. Afinal, já que estávamos em Fortaleza, também queríamos viver Fortaleza. Tivemos nossos momentos de passeio, conhecemos lugares, aproveitamos a cidade e tentamos desacelerar um pouco. As vezes a gente só precisa desacelerar, sentar, conversar, comer alguma coisa gostosa e simplesmente aproveitar o dia também entra para a lista das melhores lembranças. Mas o congresso também fazia parte do roteiro.

Como vocês já sabem, falar de feridas e lesões de pele faz parte da minha vida profissional e acadêmica. Então, participar de um congresso voltado para essa área era uma oportunidade que eu não queria deixar passar. Foram três dias de congresso, acompanhando conteúdos, discussões e diferentes perspectivas sobre o cuidado com pessoas que apresentam feridas.

E uma das coisas que mais gosto nesses eventos é perceber que trabalhar com feridas vai muito além de escolher uma cobertura e fazer uma troca de curativo. Precisamos fazer uma avaliação no paciente, na ferida, ter um raciocínio clínico, identificar fatores que interferem na cicatrização. Também existe tecnologia a parte da educação em saúde e a necessidade de olhar para aquela pessoa como um todo - e não apenas para a lesão que está na nossa frente.
Isso conversa muito com a forma como eu acredito que o cuidado deve acontecer. Saí de lá com a cabeça cheia de ideias, e uma das melhores coisas de participar de eventos assim é que nem tudo precisa ser imediatamente transformado em um protocolo, uma aula ou uma postagem. Às vezes, você simplesmente escuta uma discussão e pensa: “Preciso estudar mais sobre isso.” E pronto. Para mim, esse também é um dos grandes ganhos de um congresso.

Voltei para casa com anotações, ideias, referências e vários assuntos que quero aprofundar. Alguns deles, inclusive, já começaram a aparecer nos meus estudos e na maneira como penso meus conteúdos e minha prática profissional. A tecnologia também esteve bastante presente nas discussões, especialmente quando falamos sobre recursos que podem fazer parte do cuidado de pessoas com feridas. Laserterapia, eletroestimulação, compressão, tapping e outras estratégias mostram como a área vem se ampliando e como precisamos estar constantemente atualizados.
E no meio de tudo isso... Fortaleza! Mas seria injusto contar essa viagem falando apenas do congresso. Porque teve praia, passeamos na medida do possível, teve aquele momento de escolher onde comer e foi uma longa pesquisa no Google mas até que deu super certo.

E teve a sensação gostosa de estar vivendo alguns dias diferentes da rotina. Acho que é justamente isso que torna uma viagem especial: ela não precisa ser perfeita ou seguir um roteiro impecável. São os pequenos momentos que acabam ficando na memória. Voltar também faz parte, depois de três dias de congresso e alguns dias aproveitando Fortaleza, chegou a hora de voltar.
O congresso me lembrou mais uma vez que quem trabalha com feridas precisa estar sempre disposto a aprender. E Fortaleza me lembrou de outra coisa igualmente importante: a vida não pode ser feita apenas de trabalho, estudo e responsabilidades. Às vezes, a gente também precisa parar, viajar, conhecer lugares, rir, descansar e criar memórias. E talvez tenha sido justamente essa mistura que tornou essa viagem tão especial para mim. Fortaleza, agosto de 2026: fica aqui mais uma memória bonita para guardar.
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